- Lou, vamos ali comigo - pergunta Amber
- Pra que - pergunto
- Por favor! - implora
Me levanto e ela vai me empurrando até atrás de um arbusto.Ela aponta para o seu cinto.
- Lou! Me ajuda! eu comi tanto que agora tá apertando meu cinto! Anda! Me ajuda! - começa e gritar e eu começo a rir. Tento desenganchar o cinto mas, ela apertou tanto que agora não quer sair da casinha. Ela começa a choramingar e balançar os braços impaciente.
- Tá ai! Vê se não come muito hein! - rio-me fraquinho e ela cruza os braços.
Voltamos à mesa onde Louis estava contando uma piada "engraçadinha". Ele nos manda sentar rápido para poder contar a piada.
- Qual é o cozinheiro que só vive uma vez? - pergunta e olha à todos - O PIZZAYOLO! - grita e Niall solta umas altas gargalhadas. Eu rio-me bem fraquinho, todo mundo achou sem graça mas mesmo assim riram. Continuamos a conversar quando meu celular toca, ninguém percebe com a gritaria.
"Seu pai está no hospital - Elizabeth"
Só de ler essa mensagem corre um escalofrio pelo meu corpo, odeio hospitais. Mas essa daí não podia me dizer mais? custava? O que será que aconteceu? Cutuco Harry.
- Preciso ir meu pai está no hospital - sussurro e ele se assusta. Ele se levanta.
- Lou, vamos dar uma volta? - pisca um olho. Levanto-me e me despeço de todos, que estão com umas caras maliciosas.
Vamos andando rápido ao estacionamento, subimos e vamos ao hospital. Não paro de repetir uma e outra vez : O que ele está fazendo lá? Será que ele está bem? e Harry tenta me acalmar. "Tenta".
Chego no hospital e vou à recepção correndo.
- Jonh Pryce - digo à velha recepcionista.
- Ummmm - me analisa - e... quem é você? - pergunta com nojo
- Louise Pryce, filha - digo, ela cede e me dá o número do quarto.
Vou empurrando as pessoas da minha frente. Chego no quarto abro a porta e vejo um médico ao lado de uma maca onde está meu pai deitado.
- PAI! - consigo escapar da minha fraca voz e vou abraçá-lo.
O médico me desgarra de seus braços.
- Você só vai piorar as coisas! - exclama
- O que meu pai tem? - pergunto
- O senhor Pryce anda muito estressado e isso leva a desmaios e algo mais grave - diz - bom, vou dar um tempinho para família -sai. Harry vai indo também e peço para que fique e ele cede. Preciso que ele me apoie.
- Pai! O que você fez dessa vez? Estava tão preocupada! Você está bem? - vai escapando perguntas e perguntas e ele me interrompe.
- Calma! Calma! Primeiro me apresente seu namorado! - diz e eu me rio fraquinho
- Pai, esse é Harry meu amigo de Holmes Chapel - digo
- Aaaah - faz memória - Você sempre cuidava da minha princesa, desde pequenos, sempre protegia ela - diz - Você me faz uma promessa? - pergunta em devagar e Harry assente - Promete que vai cuidar da minha princesa, para sempre?
- Prometo! - exclama
- E você minha filha - faz uma pausa para respirar - Promete que vai cumprir todos seus objetivos? Que vai recorrer seus sonhos? - diz bem devagar e escapam lágrimas dos meus olhos.
- Sim - digo bem baixinho - Pai, eu te amo - digo chorando
- Eu tam- não termina de responder e começa a apitar a maquina de batimentos cardíacos. Começo a gritar e a sacudir-lhe.
- PAI! PAI! - grito - NÃO ME DEIXE! NÃO ME DEIXE! POR FAVOR! - grito
Entram médicos no quarto com desfibriladores e gritam à Harry que me tire da sala. Ele me pega pelo colo enquanto bato nele. PAPAI NÃO PODE ME DEIXAR É O ÚNICO QUE TENHO! NÃO PODE FAZER O QUE A MAMÃE FEZ NÃO PODE! Harry me senta em um banco e tapa minha boca. Uma sensação horrível percorre por todo meu corpo. Quero gritar, chorar, e que ele não morra. Isso sobre tudo.
- Calma! Calma! Primeiro me apresente seu namorado! - diz e eu me rio fraquinho
- Pai, esse é Harry meu amigo de Holmes Chapel - digo
- Aaaah - faz memória - Você sempre cuidava da minha princesa, desde pequenos, sempre protegia ela - diz - Você me faz uma promessa? - pergunta em devagar e Harry assente - Promete que vai cuidar da minha princesa, para sempre?
- Prometo! - exclama
- E você minha filha - faz uma pausa para respirar - Promete que vai cumprir todos seus objetivos? Que vai recorrer seus sonhos? - diz bem devagar e escapam lágrimas dos meus olhos.
- Sim - digo bem baixinho - Pai, eu te amo - digo chorando
- Eu tam- não termina de responder e começa a apitar a maquina de batimentos cardíacos. Começo a gritar e a sacudir-lhe.
- PAI! PAI! - grito - NÃO ME DEIXE! NÃO ME DEIXE! POR FAVOR! - grito
Entram médicos no quarto com desfibriladores e gritam à Harry que me tire da sala. Ele me pega pelo colo enquanto bato nele. PAPAI NÃO PODE ME DEIXAR É O ÚNICO QUE TENHO! NÃO PODE FAZER O QUE A MAMÃE FEZ NÃO PODE! Harry me senta em um banco e tapa minha boca. Uma sensação horrível percorre por todo meu corpo. Quero gritar, chorar, e que ele não morra. Isso sobre tudo.